Trabalhadores, centrais sindicais, donas de casa e mulheres do campo se organizam para protestar contra a perda de direitos e de dinheiro com a reforma da previdência. Representantes do movimento devem se encontrar com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, nesta terça-feira para tratar sobre o tema.
O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, ressalta que o movimento está no começo e vai ganhar força no protesto marcado para o dia 15 de março.
Já o deputado Alessandro Molon sugere que eleitores façam contato com seus parlamentares para cobrar um posicionamento. “Se os brasileiros e as brasileiras entenderem o que estão tentando fazer aqui, as ruas e as praças do Brasil vão ser tomadas por pessoas que vão dizer: não aceitamos que metam a mão no nosso bolso”, disse.
O deputado Arnaldo Faria de Sá diz que o governo quer impedir a participação popular no debate da reforma da previdência. “A pressão das ruas vai mostrar que nós temos razão”, avisou.
No sentido contrário, o deputado Carlos Marun, famoso por ser eterno defensor de Eduardo Cunha, minimiza uma possível pressão das ruas.
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