Deputados da Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais se reuniram com produtores, comerciantes e funcionários da Ceasa Minas na manhã desta terça-feira após receberem denúncias sobre condições insalubres no local.
Os deputados tomaram conhecimento de que a Vigilância Sanitária não vai à Ceasa e há 8 anos o setor onde as mercadorias são vendidas não é lavado.
O presidente da comissão, Antonio Carlos Arantes, afirmou que existe um Termo de Ajustamento e Conduta do Ministério Público que impede o uso de água na limpeza. "É um absurdo. Hoje tem tecnologia em que você pode usar a água e ela não escorrer para fora das dependências da Ceasa."
Segundo o presidente da central de abastecimento, Gustavo Fonseca, a proibição é porque há risco de o manancial que abastece a Lagoa da Pampulha ser poluído por resíduos orgânicos, pois na Ceasa não há estação de tratamento de água e esgoto. "Mas aqui é limpo todos os dias", garante.
Um técnico da Ceasa vai fazer um projeto de tratamento de esgoto, mas Fonseca alertou que não há recursos suficientes para a obra.
O presidente da Cooperativa dos Produtores de Hortifrutigranjeiros de Minas Gerais, José Antônio Dias, teme pela saúde dos consumidores. "É necessária essa limpeza do mercado porque isso está diretamente ligado à manutenção da saúde pública", ressaltou.
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