Ogovernador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), disse que o fim do parcelamento dos salários dos servidores do Estado dependente da implementação de projetos que buscam o equilíbrio orçamentário. Pimentel também respondeu perguntas sobre a crise que afeta serviços da União, o 'aluguel' da Cidade Administrativa e os processos envolvendo o seu nome. “Vamos nos defender de todos”. O governador falou também sobre a demora para retirada de veículos com cargas perigosas acidentados em estradas de Minas.
Sobre o fim do parcelamento dos salários, o governador afirmou que não pode ser leviano e fazer promessas. “Este ano aprovamos projetos que vão ser muito importantes na busca deste equilíbrio orçamentário. Se tivermos êxito na implementação desses projetos, quem sabe até o final do ano, ou já no ano que vem, a gente possa reduzir, ou até eliminar, o parcelamento do salário”, disse.
Pimentel destacou que Minas não vai fazer o ajuste fiscal sacrificando os serviços públicos, como, segundo ele, é feito pelo Governo Federal. “Brasília está caminhando na contramão daquilo que o Brasil precisa, que é você fazer o ajuste fiscal sacrificando os serviços públicos. Não é possível isso. Nós não podemos e não adotamos isso em Minas. E não vamos adotar”, avisou.
“Você não pode ajustar as contas do Estado ou da União diminuindo os serviços públicos, que é o que está acontecendo, por exemplo, no Rio de Janeiro e em outros estados do país. Minas não vai por esse caminho. Por isso que nós não aderimos ao chamado programa de recuperação fiscal que o Governo Federal aprovou”,destacou.
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